Quem sou eu

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Escritor por ofício, natural de Poços de Caldas - MG, 57 anos, divorciado, residente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Acadêmico correspondente da Academia de Arte de Cabo Frio e cidades da região dos lagos RJ; Acadêmico correspondente da Academia de Artes de Fortaleza CE; Acadêmico Corresponde da Academia de Letras ALPAS 21, Porto Alegre, RS.

Colunista nos Websites de Literatura:

  1. Recanto das Letras - Brasil
  2. World Art Friends - Portugal
  3. Poesia Fã Clube – Portugal
  4. Luso Poemas - Portugal

e titular dos  WebSite e Blog:

www.fabiorenatovillela.com

http://fabiorenatovillela.blogspot.com

                        LIVROS SOLOS PUBLICADOS

  • Poética 1 (pré lançamento)
  • Filósofos Modernos e Contemporâneos - (prelo)
  • Adaptação de OS LUSÍADAS ao Português Atual – 2000 -2007 - 2013
  • Umas 300 Poesias - 2012
  • Gregas Tragédias - Resumos Comentados - 2011
  • Cristina Poema – 2011
  • Filosofia Sem Mistérios - Dicionário Sintético de Filosofia (02 tomos) - 2010
  • Crônicos Contos Poéticos – 2010
  • Versos Reversos, poemas – 2010
  • Lilian em Versos - 2010
  • Deusas e Deuses Hindus - 2009
  • Onomástico dos Personagens e Lugares Bíblicos - 2009
  • Sobrevivendo com o Câncer Linfático – 2000 - 2012

Participação em trinta e duas Coletâneas e Antologias.

ALGUNS PRÊMIOS RECEBIDOS:

  • Classificado em 1º lugar no “MAPA CULTURAL PAULISTA” da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de SÃO PAULO em 2013-2014 com o poema “Sete de Setembro”. 
  • Eleito um dos melhores poetas luso-brasileiros de 2012, pela Associação de Poetas de região autónoma de Madeira - Secretaria de Cultura de S.G do Amarantes, PORTUGAL, em comemoração ao ano do Brasil – Portugal.
  • Classificado na seletiva da Editora "L-Harmattan", Paris, FRANÇA, em 2010 com o livro "Lilian em Versos". 
  • Classificado para a Feira do livro de Frankfurt, ALEMANHA, em setembro/outubro 2010, com os contos "A Valsa" e "Deus, o homem e o vinho". 
  • Eleito "POETA REVELAÇÃO", em 2009, pela Editora Corpos cidade do Porto – PORTUGAL. 
  • Selecionado em 2006, pela Biblioteca Pública do Estado do Paraná, CURITIBA, para integrar o acervo digital da Instituição com o livro do livro "Sobrevivendo com o Câncer (1ª edição)". 
  • Classificado em 2º lugar no “XVI Concurso Internacional de Literatura da ALPAS 21”, PORTO ALEGRE, RS com a poesia "SECA" e menções honrosas para as poesias “A vida é”; “A tortura”; “Cordel”; “Boca” e “Ceia”. 
  • Classificado em 1º Lugar no “XV Concurso Internacional de Literatura – ALPAS 21”, PORTO ALEGRE, RS, com o Conto "Deus, o homem e o vinho". 
  • Classificado em 2º Lugar no “XIV Concurso Internacional de Poesias - da Casa de Cultura” CRUZ ALTA, RS. Com o poema “Luz” e menções honrosas para as poesias “Voz”, “Jarro” e para o conto “Lulu vegetariana” 
  • Classificado como um dos melhores poetas de 2009 pela ed. CBJE – Brasil, com a poesia "Ausência em amarelo". 
  • Eleito "Personalidade do ano de 2010" e “Personalidade do ano de 2012/2013” na área de produção literária, pela ARTPOP, Academia de Artes de Cabo Frio e região dos Lagos no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Filosofia Sem Mistérios - Dicionário Sintético 127

MORALISMO, Moral, Moralidade e Moralista – do Latim “MORALIS” de “MOR-” “MOS” = costumes. O termo “Moral” em sentido amplo é a Teoria que trata dos “Valores” e/ou “Princípios” que governam a conduta dos Seres Humanos. E precisamente por isso, sua principal característica é a de ser um conjunto de normas ou regras, ou Leis, que prescrevem o que DEVE ser feito e aquilo que NÃO pode NEM deve ser executado. Também significa o conjunto de costumes, valores e normas de uma Sociedade, de uma Religião, de um grupo, de uma organização etc. Daí deriva expressões como: “segundo a Moral cristã”, “conforme a Moral e os Bons Costumes” “Conforme a Moral burguesa” etc.

É possível observar que o Conceito de Moral se divide em duas partes, conforme abaixo:

1. MORAL DO BEM – o estudo que se faz para definir o que é o “BEM” e criar o caminho a ser seguido para que o Homem atinja a felicidade, o prazer, a realização etc.

2. MORAL DO DEVER – que é a Lei imperativa, impessoal, objetiva que impõe as regras a serem seguidas por todos aqueles que optam por viver, ou integrar, uma Sociedade, uma Religião, uma Organização etc.

Para KANT (1724/1804, Alemanha): “o Dever é uma necessidade de se realizar uma ação por respeito à Lei”. Ainda segundo o filósofo: “a Moral é a esfera da Razão Prática que responde à pergunta: o que devemos fazer?”. Em outros termos: a Moral é conjunto de normas e/ou regras, acessível ao Raciocínio Lógico, voltado para as questões físicas, materiais e que orienta como se deve agir em relação a um fato, um acontecimento, uma dúvida.

MORALIDADE – do Latim “MORALITAS”. Pode ser entendida como um conjunto de Valores e Princípios de uma Sociedade. Também significa a qualidade, boa ou má, de uma ação, um fato quando o julgamento se baseia em normas morais vigentes. Desses significados é que derivam expressões como: “a defesa da Moralidade”, os “Guardiões da Moralidade”.

MORALISMO – é a Tendência Filosófica cujo eixo central é a “Moral”. Todo o resto deve estar de acordo com suas regras, especialmente os Juízos (ou Julgamentos), que se fazem acerca de fatos e/ou comportamentos. Pejorativamente, o termo “Moralismo” simboliza ou significa a super valorização de uma Moralidade antiquada, ultrapassada pelo desenvolvimento social oriundo das mudanças ocasionadas pelos avanços tecnológicos que modificam os padrões de comportamentos, especialmente quando tais padrões permitem atos que no passado seriam considerados heréticos, blasfemos, inadequados etc. Para quem tem mais de cinqüenta anos, a questão do sexo para mulheres solteiras é o exemplo clássico dessa questão. Antes, era um pecado e agora é um fato absolutamente normal. Outro aspecto negativo é o que se relaciona com o comportamento “Moralista” superficial e hipócrita daqueles (as) que atacam o que lhes parece contrário aos “bons costumes” e, no entanto, em segredo, praticam as mesmas ações. Também se encaixa nessa negatividade a super valorização da “Letra da Lei”, em prejuízo ao “Espírito da Lei”; isto é, quando a “Lei” é seguida e aplicada de modo burocrático, mecânico, frio, ao invés de se julgar segundo a “intenção superior” da Lei, que não é apenas punir quem a transgride, mas a de juntar ao castigo pela falta, meios para que o transgressor entenda seu erro e se corrija naturalmente. Claro que para tanto é preciso que o julgador esteja imbuído da vontade e/ou da capacidade de entender a essência, o “espírito” da Lei e não só do desejo de aplicá-la maquinalmente. Por fim, em termos pejorativos, podem-se citar as ocasiões em que as “Normas Morais” são vista e consideradas apenas em seu aspecto formal, solene, exterior, sem qualquer aprofundamento em sua essência.

MORALISTA – geralmente é o rótulo dado àquelas (es) que defendem a obediência cega às “Leis Morais” sem se questionar se as mesmas estão de acordo com a época, se são justas etc. Por outro, já em sentido positivo, Moralista é o titulo dado a alguns escritores franceses do século XVII, cujas obras eram escritas em formas de fábulas ou de aforismos com a tendência voltada à análise dos costumes e praticas da Sociedade, conforme as normas Morais vigentes na época. Em geral tais textos traziam uma “Lição Moral”. Dentre outros, brilharam nesse gênero escritores como LA FONTAINE e LA BRUYÉRE.

RECORTE – é errado pensar que Moral e Ética são sinônimos. Grosso modo, a Ética é um conceito superior ao de Moral, na medida em que essa última é só a codificação das normas estabelecidas pela Ética. Ver apêndice sobre a Ética.

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